Publicado por: Carlos Barreto em: 23 23UTC Maio 23UTC 2009
ESTAÇÃO RETRÔ 8O O MELHOR DE TODOS OS RITMOS ! ! !
Tudo que rolou nos anos 7O , 8O & 9O e que marcou uma Geração.
DIA: 12 de junho
HORÁRIO: 23:00h
LOCAL: Cabana l
ENCONTRO NACIONAL DAS ESTAÇÕES – RIO 2009
Publicado por: Carlos Barreto em: 20 20UTC Maio 20UTC 2009

FESTA À FANTASIA
Queridos amigos,
Estaremos promovendo no Dia 13 de Junho às 23:00h na Cabana l uma Festa à Fantasia com o objetivo de integrar e se divertir um pouco uns com os outros.
A festa será 0800, porém solicitamos que a turma traga sua fantasia, é fantasia mesmo( ex: Batman, super homem, Ben 10, nega maluca, árabe, pirata, etc… ) , Não vale camisa colorida e detalhes coloridos ! ! !
Venha e traga sua alegria, teremos Dj’s animando a festa sem hora para terminar.
Beijo Grande,
Equipe do Encontro Nacional das Estações
Publicado por: Carlos Barreto em: 15 15UTC Maio 15UTC 2009

2 Opção: METRÔ Seguir até a Av: Rio Branco e seguir até as Estações do Metrô( Cinelândia, Carioca ou Uruguaiana) Comprar o passe Integração Metrô- Barra ( 3,80), descer na Estação Siqueira Campos e lá pegar o Metrô de superficie até o Terminal Alvorada, pegar o ônibus 708 até o Rio Centro.
Publicado por: Carlos Barreto em: 15 15UTC Maio 15UTC 2009

RODOVIÁRIA NOVO RIO
Para quem vai desembarcar no Terminal Rodoviário da Novo Rio
Opção 1 – Dirija-se em direção a plataforma 60. Lá pegar a Conexão Barra (R$6,80) e descer no Terminal Alvorada. Lá pegar o 708 (R$2,20) e descer na Estrada dos Bandeirantes, na altura do nº 10.916. Localizar a Estrada Frei Tibúrcio, 470 – local do Encontro.
Opção 2 – Dirija-se para a rodoviária localizada do lado de fora do Terminal Novo Rio. Lá pegar o 233 ou 234 (R$2,20) e descer no Terminal Alvorada. Lá pegar o 708 (R$2,20) e descer na Estrada dos Bandeirantes, na altura do nº 10.916. Localizar a Estrada Frei Tibúrcio, 470 – local do Encontro.
Opção 3 - RODOVIARIA – RECREIO (VIA LINHA AMARELA) 233 – CIRCULAR – ESPECIAL – ONIBUS URB.TP 2 C/AR
TIJUQUINHA.
Opção 4 - Linha 268 – Praça XV – Rio Centro ( Viação Redentor) – (2,20) , Esse ônibus tem que pegar fora da rodoviária
pegá-lo na Francisco Bicalho ( Leopoldina), lembre-se ele irá pela linha amarela e você descerá no Rio Centro.
Publicado por: Carlos Barreto em: 15 15UTC Maio 15UTC 2009

AEROPORTO INTERNACIONAL TOM JOBIM( GALEÃO)
Para quem vai desembarcar no AIRJ
Pegar o 2018 (R$7,00) No terminal de desembarque do Aeroporto Tom Jobim e descer no Terminal Alvorada (Barra da Tijuca) . O ônibus irá pelo Centro e Zona Sul do Rio de Janeiro.
Lá pegar o 708 (R$2,20) e descer na Estrada dos Bandeirantes, na altura do nº 10.916. Localizar a Estrada Frei Tibúrcio, 470 – local do Encontro.
Publicado por: Carlos Barreto em: 15 15UTC Maio 15UTC 2009

Publicado por: Carlos Barreto em: 26 26UTC Fevereiro 26UTC 2009

Forte de Copacabana
Construído em 1914, com o objetivo de reforçar a defesa da Baía de Guanabara, o Forte de Copacabana oferece aos seus visitantes muitas curiosidades e atrações. No Museu Histórico do Exército, fatos marcantes estão registrados através de exposições, exibições de vídeo, maquetes e, até, um setor interativo, original e bastante visitado pelos freqüentadores do Forte. Tudo com direito a uma vista panorâmica de um dos pontos mais belos de toda a nossa Costa.
Publicado por: Carlos Barreto em: 13 13UTC Fevereiro 13UTC 2009

Pão de Açúcar
Viagem de bondinho descortina paisagens únicas
“Clique aqui e assista o vídeo”
Idealizado em 1908 pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos e inaugurado no dia 27 de outubro de 1912, o bondinho do Pão de Açúcar fez 90 anos em 2002. Primeiro teleférico instalado no Brasil e terceiro no mundo, é um dos mais importantes ícones do turismo carioca, tornando-se uma das principais marcas registradas da cidade do Rio de Janeiro. Desde sua inauguração até a data do aniversário, o teleférico transportou 31 milhões de turistas. Nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e julho – de alta temporada – a freqüência diária chega a três mil pessoas.
Nestas nove décadas de funcionamento, o bondinho recebeu a visita de turistas de todos os cantos do mundo, dentre os quais, personalidades, autoridades e artistas, como Einstein – que lá esteve em 1925 -, os ex-presidentes dos Estados Unidos, John Kennedy, do Brasil, José Sarney, e da Polônia, Lech Walesa; os cantores Roberto Carlos e Sting; os jogadores Ronaldinho e Romário; os atores Roger Moore e Robert de Niro; as atrizes Gina Lolobrigida, Brooke Shields e Sônia Braga, e muitos outros famosos.
Segurança
Considerado um dos mais seguros do mundo pelas entidades internacionais de teleféricos de passageiros, há 90 anos o bondinho do Pão de Açúcar circula sem ter registrado nenhum acidente com vítimas. As atuais linhas são dotadas de dispositivos de segurança, com alarme em todos os pontos.
Diariamente pela manhã, antes de receber os primeiros turistas, os bondinhos saem numa viagem de vistoria. O percurso é todo programado e controlado por equipamento eletrônico, que verifica 47 itens de segurança.
O complexo turístico é formado por três estações – a da Praia Vermelha, Morro da Urca e Pão de Açúcar – interligadas por quatro bondinhos – dois no trecho Praia Vermelha/Morro da Urca e dois no trecho Morro da Urca/Pão de Açúcar. O Morro da Urca tem 220m de altura e o do Pão de Açúcar, 396m.
Vegetação rara
Cercado por uma vegetação característica do clima tropical, com resquícios de Mata Atlântica, possui espécies nativas que em outros pontos da vegetação litorânea brasileira já foram extintas, e também raras espécies vegetais, como a orquídea “laelia lobata”, que só floresce em dois locais no planeta: no morro do Pão de Açúcar e na Pedra da Gávea, ambos no Rio de Janeiro. Montanha brasileira com o maior número de vias de escaladas (até 1997 existiam 38), o Pão de Açúcar recebe diariamente centenas de alpinistas, montanhistas e ecologistas brasileiros e estrangeiros.
Pólo Cultural
Além de marco turístico e ecológico da cidade do Rio de Janeiro, o complexo também foi um importante pólo cultural. Na década de 70, passou a abrigar no anfiteatro do Morro da Urca – chamado “Concha Verde” – shows musicais que lançaram grandes talentos da música brasileira, numa programação que chegou a reunir 50 mil pessoas por ano. A Concha Verde também foi palco de badalados bailes carnavalescos, entre 1977 e 1987, como o internacionalmente famoso “Sugar Loaf Carnival Ball”. Atualmente, o anfiteatro recebe exposições de artes, conferências de empresas, coquetéis de lançamento de produtos, jantares e festas.
Desafio à engenharia
A história do bondinho está diretamente ligada ao desenvolvimento da cidade: seu idealizador, Augusto Ferreira Ramos, imaginou um caminho aéreo até o Pão de Açúcar ao participar, em 1908, de uma exposição na Praia Vermelha em comemoração ao centenário da abertura dos portos às nações amigas.
Com um capital inicial de 360 contos de réis, foi fundada então a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar e, em 1910, foi iniciada a construção do primeiro teleférico brasileiro. “Na obra trabalharam brasileiros e portugueses com equipamentos e materiais alemães, que foram transportados para o alto dos dois morros por centenas de operários realizando perigosas escaladas, numa ousada operação para a engenharia da época”, destaca Maria Ercília Leite de Castro, diretora geral da empresa.
O trecho inicial, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, numa extensão de 575m, foi inaugurado em 27 de outubro de 1912, quando 577 pessoas subiram ao morro da Urca no bondinho de madeira, com capacidade para 24 pessoas. No ano seguinte, em 18 de janeiro de 1913, foi inaugurado o trecho morro da Urca/Pão de Açúcar, com extensão de 750m.
Em maio de 1969, já sob a administração do engenheiro Cristóvão Leite de Castro, a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, através de contrato assinado com o Governo da Guanabara, teria que duplicar a linha aérea, que passaria a ser servida por dois bondinhos. A empresa resolveu, então, instalar novo e moderno teleférico, com quatro carros, cada um com capacidade para 75 pessoas. A obra, orçada em US$ 2 milhões, exigiu o desmonte de três grandes blocos de pedra do alto do Pão de Açúcar, pesando mil toneladas, e durou dois anos para ser concluída. No dia 29 de outubro de 1972 os atuais bondinhos começaram a funcionar.
Troca de cabos
Para a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, as comemorações pelos 70 anos do teleférico começaram em 14 de junho de 2002, quando o complexo turístico reabriu ao público, depois de 75 dias fechado para a troca dos oito cabos de sustentação dos quatro bondinhos, em atendimento às recomendações internacionais de substitui-los a cada 30 anos. O investimento da empresa nesta obra foi de US$ 852 mil.
Também foram feitas melhorias para prestar atendimento ao turista com mais qualidade: os bondinhos ganharam novos vidros e piso antiderrapante; as estações receberam nova iluminação, novo mobiliário e tratamento paisagístico. Também as lojas foram remodeladas, apresentando com qualidade os produtos oferecidos aos visitantes. Um exemplo é o restaurante Estação Gourmet, acomodado num deque suspenso. Com menu assinado pela chef Cláudia Vasconcellos, o bistrô convida a apreciar uma das mais belas paisagens do Rio enquanto se degusta uma caipirinha frozen ou uma taça de vinho. Para acompanhar, sanduíches e pestiscos. Já aqueles que escolherem o sábado para visitar o cartão-postal encontrarão no cardápio do restaurante uma deliciosa feijoada.
A empresa adquiriu ainda cinco plataformas para acesso de deficientes físicos às estações, a um custo total de R$ 190 mil, e assim que os órgãos públicos competentes aprovarem o projeto, a previsão é de instalação em dois meses.
Publicado por: Carlos Barreto em: 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2009

Foi num dia ameno de maio, 1991. Eu acompanhava o arquiteto Oscar Niemeyer e o prefeito Jorge Roberto Silveira, procurando na orla marítima um terreno adequado ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Mas no meio do caminho, no mirante da Boa Viagem, já era evidente que o destino acertara. Seria ali o museu que ainda não tinha forma, mas nascia com invencível vocação de ser.
O prefeito, que não era de meias medidas, encarregara-me de convidar Oscar Niemeyer, ver se ele queria fazer um museu de arte contemporânea em Niterói. Fui a Anna Maria e falamos com Oscar. Toda a pequena história dos cinco anos que se seguiram é, aliás, marcada por essa mágica e feminina presença: uma intuição rara e sensível, sua participação foi de uma competência tão constante e discreta que parece implícita, e é tempo de registrar. Porque João e Sylvia Sattamini entram no MAC com a coleção, e sua generosidade inteligente já se integra ao sucesso do museu. E os críticos e curadores, crentes da próxima hora, têm o resto da vida para animá-lo.
No dia 15 de julho, o Arquiteto e o Prefeito apresentaram à imprensa o anteprojeto arquitetônico: belo e absolutamente surpreendente, já resolvido, na escala paisagística e na forma-estrutura de concreto armado, com apoio central – aflorando do espelho d’água que é um eco do mar – como um firme caule que se abre em flor, chama, cálice? Para conter as salas de trabalho, o nobre e vasto salão de exposições, a varanda belvedere a toda a volta e os seis setores do mezanino, onde o ritmo das vigas protendidas em balanço de 11 metros e a penumbra museológica lembram paradoxalmente a calma de criptas milenares.
A obra foi inaugurada no dia 2 de setembro de 1996. Alguns anos de história e já os fatos e personagens intermediários – embora fundamentais – vão se esbatendo sob a sombra dos protagonistas maiores: o MAC é criação e decisão do arquiteto Oscar Niemeyer e do prefeito Jorge Roberto Silveira. A história crítica sempre se funde com a história monumental ou mítica, guardando-se o resto na história que Nietzsche chamava de antiquária. Mas nesses recantos de memória, ainda lembro o dia – era secretário da Cultura de Niterói – em que fui procurado por Anna Maria Niemeyer, amiga de toda a vida, e pelo colecionador João Sattamini, acompanhados pelo agressivo artista, mas civilizadíssimo curador da coleção, o pintor Victor Arruda. O famoso colecionador queria condições favoráveis para doar à nossa cidade a sua coleção de obras de arte contemporânea brasileira – a maior do país no setor. Pensavam em reformar prédios antigos, a meu ver mal localizados para a evolução urbana, já então incessante, de Niterói.
O tempo decorrido foi bastante para que o museu temperasse a sua primeira equipe técnica – como esquecer as reuniões com Luiz Antonio Mello estimuladas pela ansiedade fidalga de João Sattamini? Anna Maria, nem sempre de longe, montou com Victor Arruda a orquestração polifônica de A caminho de Niterói, no Paço Imperial da Praça Quinze, onde minipeças e grandes formatos encontraram uma unidade que era a antevisão do MAC. Os móveis também vieram de Anna Maria: poucos, mas afinadíssimos – volume, cor e textura – para ambientação do espaço arquitetônico. As tarefas executivas deslizaram tão naturalmente para as mãos firmes de Dôra Silveira que chego a pensar que foi o destino mesmo do museu que quis assim.
E rapidamente passou-se o resto desta narrativa. Juntaram-se a nós – para a museologia, a teoria e a pesquisa, a arte-educação, a arquitetura museográfica e a administração – Marcia Müller e Rose Miranda, Luiz Camillo Osorio e Guilherme Vergara, Sandro Silveira, Ricardo Brugger e Manoel Vieira, Telma Lasmar e Alexandre Vasconcelos. Peter Gasper trouxe a sua alquimia luminosa. A curta distância, o olhar culto e fraterno de Cláudio Valério Teixeira e os companheiros eficientes da Secretaria da Cultura e da Emusa…
Com Oscar Niemeyer, veio a equipe de desenvolvimento, Jair Valera e Anna Elisa Niemeyer, a fiscalização veterana do Hans Müller. E, é lógico, a ciência de Bruno Contarini, cujo cálculo para a estrutura de concreto armado respondeu fielmente à ousadia formal da arquitetura.
Enfim, ressurgiam, de fato, em nosso MAC de Niterói os mais velhos amigos da arte e dos artistas na história do ocidente: o Patrocinador, no caso o Poder Público com a visão do estadista, o Arquiteto com sua obra plena de futuro e o Colecionador, que precedeu na história o mercado de arte e os museus.
A luta revolucionária de Oscar Niemeyer pela “idéia da liberdade plástica” é conhecida. Do Baile na Pampulha ao Ibirapuera e, depois, Brasília, o Partido Comunista francês, ou o Centro Cultural do Havre, na Universidade de Constantine, no Caminho Niemeyer de Niterói, no Setor Cultural que se ergue em Brasília, a articulação de formas e volumes, a instauração de espaços inovadores, tudo compõe um espetáculo arquitetural único e inigualável.
A relação inventiva de Oscar Niemeyer com o cálculo do concreto armado fixou-lhe, através de três vitórias – a leveza arquitetural, os grandes vãos e a forma-estrutura –, uma posição histórica de liderança na arquitetura contemporânea, e o MAC de Niterói é o produto mais recente dessa evolução niemeyeresca: parece a síntese de todas as conquistas que, desde as antigas catedrais, levaram avante a audaciosa vontade de dominar o espaço construído e a paisagem da Terra.
Preste o visitante atenção, ao subir a rampa da entrada, nas sutilezas intrigantes e nas significações da criação arquitetônica – verá que à emoção artística se junta uma nítida visão humanista. A rampa não nasce, na verdade, de pura preocupação plástica; funciona, sobretudo, como um dispositivo visual. Percorrê-la é olhar forçosamente o grande volume branco que cresce a cada passo, enquanto desfila lentamente ao fundo o histórico panorama da Guanabara, como um ciclorama fantástico. Ou seja, a rampa é o trajeto de um passeio arquitetônico, quem sabe? A sugerir a rotação da natureza em volta da forma branca, recortada no céu por “uma linha que nasce do chão e, sem interrupção, cresce e se desdobra, sensual, até a cobertura…” propositalmente circular. Uma visão cósmica; não do universo científico, mas de uma apropriação poética e ideológica do mundo. Em nossa época, ao falirem as determinações históricas, ainda maior é a liberdade, a livre escolha de um novo humanismo, fundado na ética e na busca do conhecimento. A beleza do MAC vem exatamente da transcendência poética e onírica dessa crença no futuro.
Escrevera o texto acima para um livro que não se fez. De lá para cá, entretanto, prosseguiu a vida do MAC. Diz o povo que não há nada como um dia depois do outro e diz Marc Bloch (Le Métier d’historien, 1947, 1952), nas citações de J.C. Argan (1969) e P. Ricoeur (1978, 1983), que “não se faz história, a não ser com fenômenos que continuam…” ou “que não haveria coisa alguma a compreender, não haveria história, senão por certos fenômenos que continuam…” Muitas posições se renovaram mas, como queria Bloch, prosseguem as mesmas funções nesses acontecimentos outros.
O prefeito Godofredo Pinto e o secretário da Cultura Marcos Gomes, para não falar de Marilda Ormy, presidente da Fundação de Artes de Niterói, retomaram o impulso e levam o Museu adiante, com vigor, amizade e compreensão. E o livro do MAC finalmente saiu, ou o leitor não teria chegado até aqui.
Ítalo Campofiorito
Membro do Conselho Deliberativo e ex-diretor executivo do MAC
Publicado por: Carlos Barreto em: 6 06UTC Fevereiro 06UTC 2009

CARNAVAL, OUTRAS FOLIAS
Os festejos iniciam-se, na sexta-feira antes do carnaval, quando o prefeito faz a entrega simbólica das chaves da cidade ao rei Momo.
BAILES DA CINELÂNDIA
O carnaval carioca já consagrado como celeiro de novidades, ritmos e estilos traz sempre agradáveis surpresas para o público.
Na Cinelândia, a festa ao ar livre dura cinco dias, é animada por orquestras que acompanham intérpretes, que já se tornaram símbolos das marchinhas carnavalescas, revivendo, desse modo, o clima dos antigos bailes de carnaval.
BAILES POPULARES
De sábado à terça-feira são realizados em pontos espalhados pela cidade, bailes ao ar livre. Assim da zona norte à zona sul o grande destaque é a alegria e a descontração do povo carioca.
CONCURSO OFICIAL DE FANTASIAS
Ricas ou originais, fantasias e fantasiados são os elementos de uma grande performance teatral nos salões do Hotel Glória, na tarde do sábado de carnaval. São fantasias imensas e deslumbrantes, representando personagens históricos ou conceitos variados, de acordo com a imaginação dos cavalheiros e das damas .
CONCURSO FOLIÃO ORIGINAL
Palco espontâneo do carnaval de rua o concurso tem a participação do artista anônimo, do folião fantástico com suas loucas fantasias. São premiados os melhores nas categorias Grupo, Clóvis, Individual adulto e infantil. A festa final do concurso é realizada na Cinelândia.
CONCURSO CORETOS DE BAIRROS
Acontece por toda a cidade e conta diretamente com a participação dos moradores de cada bairro, responsáveis pela decoração e animação do coreto. A premiação enfoca a criatividade, o colorido, a iluminação e a empolgação.
BLOCOS DE EMBALO, BANDAS E BLOCOS DE RUA
O coração do carnaval que pulsa na Av. Rio Branco, no Centro, recebe de sábado a terça os mais variados blocos de Embalo e Empolgação e a folia rola solta com grupos tradicionais como Cordão da Bola Preta, Cacique de Ramos, Bafo da Onça, apenas para citar alguns. Aparecer por lá ao cair da tarde é diversão certa.
Já os bairros, principalmente aqueles da zona sul, Gávea, Ipanema, Leblon, Copacabana ou Botafogo dão o toque da folia com suas bandas e blocos que já anteciparam a empolgação durante os ensaios pré-carnavalescos. Basta chegar e participar, se preferir compre a camiseta e comece a dançar na concentração. Alguns dos grupos mais concorridos são: Banda de Ipanema, Simpatia é Quase Amor, Monobloco, Dois pra lá, Dois pra cá, Suvaco do Cristo, Clube do Samba.
BAILES DE CARNAVAL
O Baile do Copacabana Palace é o ponto alto da programação do sábado de carnaval. Já a casa noturna Scala promove bailes temáticos todas as noite . Outras casa noturnas e clubes aderem à folia e promovem animados bailes à fantasia, também para crianças, como os que acontecem no Clube dos Caiçaras, no Scala ou o Kid´s Folia do Hard Rock Café.
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Na realidade citar pré-carnavalescos é contar que nas semanas que antecedem o carnaval acontecem as melhores festas, os mais animados ensaios de bandas e blocos, o concurso para a escolha dos soberanos do Carnaval, os shows de samba que deflagram o Terreirão, os ensaios finais nas quadras das escolas de samba, as exposições de fantasias, a troca de informações sobre onde e como desfilar em uma escola de samba, o ti-ti-ti para descobrir os dias e os horários de saída das melhores bandas. É viver o clima folião pouco antes do carnaval. Bandas e Blocos Terreirão do Samba Ensaios das Escolas de Samba Assistir aos desfiles das escolas de samba é viver o próprio carnaval. É pular, acompanhar a letra do samba, incentivar a escola, vibrar junto. |